quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Drones indicam futuro de alta tecnologia para mineraçãoDrones indicam futuro de alta tecnologia para mineração

Cerca de 200 caminhões de transporte sem motorista já estão operando em minas de minério de ferro, principalmente na Austrália

David Stringer, da
 
 
Mina da Rio Tinto: companhia começará em breve a utilizar trens sem tripulação para transportar cargas para a costa e estabelecerá drones em voo em suas minas remotas
 
Melbourne - Minas sem mineradores?
 
Não exatamente. Mesmo assim, um boom tecnológico em robôs, drones, caminhões sem motorista e trens sem condutores está começando a transformar um dos setores que mais trabalho intensivo requerem do mundo, indicando a automatização da logística, das cadeias de fornecimento e do mapeamento, o que permitirá o desenvolvimento de minas em regiões antes consideradas muito perigosas ou remotas para a exploração.
 
Cerca de 200 caminhões de transporte sem motorista já estão operando em minas de minério de ferro, principalmente na Austrália. Enquanto isso, a gigante da mineração Rio Tinto, que financia um dos maiores programas robóticos não militares do mundo, começará em breve a utilizar trens sem tripulação para transportar cargas para a costa e estabelecerá drones em voo em suas minas remotas.
 
Os drones podem monitorar estoques, mapear alvos de exploração, rastrear equipamentos e, no futuro, eles poderão entregar encomendas às oficinas, conforme a Accenture – e em um esquema muito à frente daquele previsto por Jeff Bezos da Amazon.com Inc., que deseja que um dia os livros e DVDs da Amazon sejam entregues imediatamente aos clientes por helicópteros em miniatura.
 
“Venha e me procure mais ou menos em outubro”, disse John McGagh, diretor de inovação da Rio Tinto em Brisbane, Austrália, onde os funcionários utilizam a maior tela de toque do mundo, que admite múltiplos conteúdos, para monitorar as operações de mineração de Utah a Queensland. “Você verá drones voando pelos ares. Não falta muito para isso”.
 
Robôs e drones
Os avanços tecnológicos no desenvolvimento de drones e robôs ajudarão a criar as minas do futuro em lugares remotos como a Malásia, que poderão ser dirigidas a partir de salas de controle inspiradas na NASA em cidades do primeiro mundo dos EUA e da Austrália. A BHP Billiton, a maior do mundo, a Anglo American e a Rio estão entre as mineradoras que estimulam os esforços para esta corrida global de automação altamente tecnológica, apostando que os novos equipamentos ajudarão a reduzir os custos e a melhorar os retornos, além de possibilitar que elas explorem depósitos considerados até o momento muito complexos ou muito perigosos para os humanos.
 
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Muito interessante, gostei do tema e vocês?
Saudações Geológicas!
Manaus - Amazônia - Brasil

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