sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Geologia de Apoio na Amazônia - Sabe o que é?



Geologia de Apoio
A Ghaia Soluções Ambientais presta serviço de geologia de apoio para empresas que possuem requerimento de áreas para pesquisa, lavra e licenciamento ambiental/mineral na região amazônica porem são sediadas fora da região norte.

A Geologia de Apoio trata-se do acompanhamento desses processos junto aos órgãos responsaveis pelo setor sem que seja necessário a matriz da empresa enviar seus técnicos apenas para protocolar ou acompanhar o andamento dos procedimentos.

Sua empresa quer reduzir custos com o deslocamento para a região norte apenas para efetuar o protocolo ou acompanhamento de processos? Entre em contato conosco que temos a solução para seu problema!

Geólogo Elias Santos Junior
Geólogo Fábio Fernandes
ghaia@ghaiaamazonia.com.br
www.ghaiaamazonia.com.br

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

DISSERTAÇÃO DE MESTRADO DOWNLOAD: Litofácies, Ambientes Deposicionais e Ciclicidade do Grupo Paranoá: Exemplo da região da Serra de São Domingos, nos municípios de Buritis e Formoso, MG - Icília de Lima Feitosa


Titulo: Litofácies, Ambientes Deposicionais e Ciclicidade do Grupo Paranoá: Exemplo da região da Serra de São Domingos, nos municípios de Buritis e Formoso, MG - Icília de Lima Feitosa  

Autora: Icília de Lima Feitosa
Orientador: Carlos José Souza de Alvarenga
Co-orientadora: Caroline Thaís Martinho
Comissão Examinadora: Carlos Emanuel Sousa Cruz (Petra)
Edi Guimarães (UnB)
Lucieth  Cruz Vieira (Suplente)


RESUMO

Na Serra de São Domingos (SSD) está exposta uma sucessão de mais de 1.000 metros, de rochas dominantemente siliciclásticas com intervalos carbonáticos na base e no topo, pertencentes ao Grupo Paranoá de idade Mesoproterozóica. A SSD inclui camadas com mergulho de 200 a 500 para oeste que se estendem entre Arinos (MG) e Alvorada do Norte (GO). Levantamentos estratigráficos na escala de 1:300 foram realizados ao longo de dois córregos que cruzam perpendicularmente a serra, expondo afloramentos contínuos e correlatos onde foi realizado um estudo faciológico, com caracterização de processos sedimentares e ambientes deposicionais. Foram reconhecidas 12 litofácies individualizadas e caracterizadas nas seções estudadas por: De (dolomito com estromatólitos), Dl (dolomito laminado), AFl (arenito fino laminado), AFm (arenito fino com marcas onduladas de onda e corrente), AFh (arenito fino com estratificação cruzada hummocky), AMc1 (arenito médio com estratificações cruzadas unidirecionais), AMc2 (arenito médio com estratificações cruzadas bidirecionais e/ou multidirecionais), AMe (arenito médio estratificado), AMs (arenito médio com geometria sigmoidal), Cp (conglomerado com estratificação planar), Pl (pelito laminado) e PAht (pelito e arenito com laminação heterolítica). A partir da descrição e interpretação dessas litofácies foram reconhecidas quatro associações faciológicas, sendo identificadas por AF-I caracterizada pelas litofácies AFl, Pl, AFh, Dl e De interpretada como de subsistema de zona de plataforma (offshore intermediária-distal); AF-II caracterizada pela associação de litofácies AFm, AFl,  AFh e Pl e interpretada como de subsistema de zona de plataforma (offshore proximal) com combinação de atividade de onda e maré com componente variável de tempestade. Ambas associações de fácies, AF-I e AF-II, são típicas de sistema deposicional de plataforma marinha mista carbonática-siliciclástica. AF-III caracterizada por AMc1, AMc2, AMs, AMe e Cp interpretada como de subsistema de inframaré; e AF-IV caracterizada pelas litofácies PAht e AFm interpretada como de subsistema de intermaré. Ambas associações de fácies, AF-III e AF-IV, são típicas de sistema deposicional costeiro de planície de maré. A partir dos sistemas deposicionais foram delimitadas 3 sucessões estratigráficas e com base no empilhamento das fácies foram identificados 19 ciclos sedimentológicos, com padrão de granodecrescência ascendente, granocrescência ascendente e agradacional evidenciando a mudança da profundidade da lâmina d’água do ambiente deposicional.

Palavras-chave: Grupo Paranoá, Serra de São Domingos, faciologia, Neoproterozóico, sucessão mista carbonático – siliciclástico.


sexta-feira, 3 de outubro de 2014

ELEIÇÕES 2014 - A ESCOLHA DOS NOSSOS GOVERNANTES E A REVOLUÇÃO DOS BICHOS

 
Resumo do livro:
A história, desde a expulsão de Jones até a "transformação completa de Napoleão em "humano" durou aproximadamente 6 anos. Na Granja do Solar, situada perto da cidade de Willingdon (Inglaterra), viviam bichos, que como dono tinham o Sr. Jones. O Velho Major (porco) teve um sonho, sobre uma revolução em que os bichos seriam auto-suficientes, sendo todos iguais. Era o princípio do Animalismo. O Major morreu, mas mesmo assim os animais colocaram em prática a idéia do líder, fazendo a Revolução dos Bichos.
 
Depois da Revolução, a Granja passou a se chamar Granja dos Bichos, e quem a administrava era Bola-de-Neve (porco). Bola-de-Neve seguia os princípios do Animalismo, e mesmo sendo superior (em quesitos de inteligência e cultura) em relação aos outros animais, sempre se considerou igual a todos, não tendo privilégios devido à sua condição.
 
Bola-de-Neve tinha um assistente, Napoleão (porco), que na ânsia pelo poder, traiu o amigo, assumindo a administração da Granja. Napoleão mostrou-se competente e justo no começo, mas depois passou a desrespeitar os SETE MANDAMENTOS, os quais firmavam as idéias animalistas.
 
Depois de aproximadamente 5 anos, Napoleão já ocupava a casa do Sr. Jones, bebia álcool, vestia as roupas do ex-dono, andava somente sobre duas pernas e convivia com seres humanos, enfim agia em benefício próprio, instalando um regime ditatorial, dominando e hostilizando os demais animais, considerados seres inferiores e sem direitos. Por essa época, já não era possível distinguir, quando reunidos à mesa, o porco tirano e os homens com quem se confraternizava. Napoleão conseguiu sair vitorioso graças à ajuda de Garganta, porco servil e obediente e que, através de bons argumentos, convencia os animais de que tudo o que acontecia era para o bem deles.

Os SETE MANDAMENTOS do Animalismo eram os seguintes:
Qualquer coisa que ande sobre duas pernas é inimigo; Qualquer coisa que ande sobre quatro pernas, ou tenha asas, é amigo; Nenhum animal usará roupas; Nenhum animal dormirá em cama; Nenhum animal beberá álcool; Nenhum animal matará outro animal; Todos os animais são iguais. Napoleão, aos poucos, alterou todos os mandamentos. Foi Bola-de-Neve quem escreveu os SETE MANDAMENTOS.
 
A Revolução dos Bichos é um livro de extrema importância para entendermos o funcionamento de sociedades comandadas por diferentes tipos de governo, além de mostrar de forma genial a ambição do ser humano, o "sonho do poder".
 
O Senhor Jones era o dono da Granja e, como tal, explorava o trabalho animal em benefício próprio, para acumular capital. Em troca dos serviços prestados, ele pagava com a alimentação, que nem sempre era boa e suficiente. Temos aí o retrato de uma sociedade capitalista: quem mais trabalha é quem menos ganha.
 
A Revolução que se deu por idéia do "Major", tinha por princípio básico a igualdade; sendo assim, o Animalismo corresponde ao Socialismo, regime em que não existe propriedade privada e em que todos são iguais, e todos trabalham para o bem comum.
 
A princípio, houve um socialismo democrático, em que todos participavam de assembléias, dando idéias e sugestões, liderados por Bola-de-Neve, bem aceito pelos animais em geral. Napoleão representa o desejo da onipotência, do poder absoluto e, para conseguir seus objetivos, tudo passa a ser válido: mentiras, traições, mudanças de regras.
 
Tempos depois instaurava-se na Granja uma verdadeira Ditadura, o regime em que não há liberdade de expressão, direito a opiniões etc. Na sede pelo poder e pela riqueza, Napoleão entra em contato com os homens para com eles negociar, comprar, vender, enfim, acumular riquezas e tudo graças ao trabalho dos animais, verdadeiros empregados mal – remunerados, ajudando o "patrão" a ter regalias, bens materiais, capital.
 
A situação fica mais crítica do que quando Jones era o dono da Granja porque, mais do que nunca, os direitos humanos, ou seja, dos animais foram violados de forma cruel e tendo conseqüências gravíssimas como a morte de alguns, o desaparecimento de outros e muita tortura.
 
Com base nos fatos ocorridos podemos concluir que a história nos mostra os dois tipos de dominação existentes – a dominação pela sedução: Garganta persuadia os animais com seus argumentos convincentes e eles aceitavam pacificamente as mudanças efetuadas, e a dominação pela força bruta: quem se rebelasse contra as ordens era punido fisicamente, torturado por cães treinados e levados até à morte.  (Texto extraído daqui)


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O grande problema dessa eleição em minha opinião é que não está sendo possível determinar quem é quem, ambos os lados tem Jones, Napoleão e Bolas de Neve.
 
Eu espero que ao final do pleito que saia ganhando seja o povo brasileiro e não os que se apoderaram do Brasil.
 
Saudações Geológicas
Prof. Elias Santos Junior
Manaus - Amazônia - Brasil

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

PETROLEO - Angola pode retomar em 2014 título de maior produtor de petróleo em África

 
 
Angola, um dos dois principais fornecedores de petróleo da China, pode retomar em 2014 o título de maior produtor petrolífero africano, com o início da exploração de novos poços e a estagnação da produção do actual líder, a Nigéria.
Depois de ter começado o ano em baixa, devido a problemas técnicos nalgumas plataformas, a produção petrolífera angolana está em recuperação, prevendo a petrolífera estatal Sonangol atingir um pico de 2 milhões de barris diários em 2015.
Um relatório recente da Ecobank Research indica que o principal impulso será dado pela entrada em produção de um novo projecto liderado pela petrolífera francesa Total, designado CLOV, que acrescentará à produção diária entre 160 mil barris a 200 mil barris.
“Angola pode potencialmente recuperar o lugar de principal produtor petrolífero africano no final de 2014”, refere a actualização do relatório “Energy, Oil and Gas.”
Mais de três anos depois do primeiro leilão de blocos no “pré-sal”, estão prestes a ter início 8 projectos no mar, incluindo um no Bloco 15-06 que tem uma produção diária de 80 mil barris e reservas totais estimadas em 200 milhões de barris.
A petrolífera italiana ENI, que é o operador no consórcio de produção deste bloco, prevê iniciar a exploração no próximo ano com a produção no quadrante leste, que deverá acrescentar mais 49 mil barris.
A Nigéria detém o título de principal produtor, mas perdeu-o para Angola no ano de 2009, devido a ataques de militantes a algumas unidades produtivas no delta do Níger.
Devido a problemas de segurança na região e de forma mais vasta no Golfo da Guiné, a produção nigeriana tem ficado sistematicamente aquém das previsões: no ano passado, a meta era de 2,53 milhões de barris, mas rondou apenas 2,1 milhões de barris.
Segundo a consultora BMI, a incerteza ao nível da segurança, mas também político e legislativo, deverá levar ao adiamento de projectos de investimento de multinacionais petrolíferas na Nigéria, impedindo o crescimento da indústria.
“Sem a adopção da Lei da Indústria Petrolífera, podem ocorrer mais adiamentos de projectos no mar, resultando numa estagnação na produção nigeriana”, refere a BMI.
Esta situação contrasta com a de Angola, onde o governo mandatou nas últimas semanas a Sonangol para avançar com uma ronda de licenciamento de 10 blocos de petróleo em terra das bacias do Baixo Congo e Cuanza.
Em Abril, a Total e parceiros anunciaram um investimento de 16 mil milhões de dólares no projeto Kaombo, no Bloco 32, ao largo de Luanda, que deverá arrancar em 2017 com uma capacidade de produção de 230 mil barris diários.
A produção petrolífera angolana aumentou a uma média de 15% ao ano entre 2002 e 2008, tendo atingido 1,8 milhões de barris no ano passado, segundo o Departamento de Energia norte-americano.
A China é o destino de grande parte dessa produção, que representa a quase totalidade dos 32 mil milhões de dólares de bens adquiridos a Angola em 2013, numa altura em que as trocas comerciais entre os dois países representam já mais do dobro do registado em 2009.
Na recente conferência de imprensa que serviu para apresentar os resultados da petrolífera em 2013, a administradora da Sonangol, Anabela Fonseca, afirmou que a China vai “continuar a ser um grande consumidor de energia por mais algum tempo.” (macauhub/AO/CN).
 
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Essa é uma das novas fronteiras do petróleo mundial, é importante ficar atento para essa movimentação na costa africana em relação à demanda por mão de obra qualificada.
 
Saudações Geológicas
Prof. Elias Santos Junior
Manaus - Amazônia - Brasil

Drones indicam futuro de alta tecnologia para mineraçãoDrones indicam futuro de alta tecnologia para mineração

Cerca de 200 caminhões de transporte sem motorista já estão operando em minas de minério de ferro, principalmente na Austrália

David Stringer, da
 
 
Mina da Rio Tinto: companhia começará em breve a utilizar trens sem tripulação para transportar cargas para a costa e estabelecerá drones em voo em suas minas remotas
 
Melbourne - Minas sem mineradores?
 
Não exatamente. Mesmo assim, um boom tecnológico em robôs, drones, caminhões sem motorista e trens sem condutores está começando a transformar um dos setores que mais trabalho intensivo requerem do mundo, indicando a automatização da logística, das cadeias de fornecimento e do mapeamento, o que permitirá o desenvolvimento de minas em regiões antes consideradas muito perigosas ou remotas para a exploração.
 
Cerca de 200 caminhões de transporte sem motorista já estão operando em minas de minério de ferro, principalmente na Austrália. Enquanto isso, a gigante da mineração Rio Tinto, que financia um dos maiores programas robóticos não militares do mundo, começará em breve a utilizar trens sem tripulação para transportar cargas para a costa e estabelecerá drones em voo em suas minas remotas.
 
Os drones podem monitorar estoques, mapear alvos de exploração, rastrear equipamentos e, no futuro, eles poderão entregar encomendas às oficinas, conforme a Accenture – e em um esquema muito à frente daquele previsto por Jeff Bezos da Amazon.com Inc., que deseja que um dia os livros e DVDs da Amazon sejam entregues imediatamente aos clientes por helicópteros em miniatura.
 
“Venha e me procure mais ou menos em outubro”, disse John McGagh, diretor de inovação da Rio Tinto em Brisbane, Austrália, onde os funcionários utilizam a maior tela de toque do mundo, que admite múltiplos conteúdos, para monitorar as operações de mineração de Utah a Queensland. “Você verá drones voando pelos ares. Não falta muito para isso”.
 
Robôs e drones
Os avanços tecnológicos no desenvolvimento de drones e robôs ajudarão a criar as minas do futuro em lugares remotos como a Malásia, que poderão ser dirigidas a partir de salas de controle inspiradas na NASA em cidades do primeiro mundo dos EUA e da Austrália. A BHP Billiton, a maior do mundo, a Anglo American e a Rio estão entre as mineradoras que estimulam os esforços para esta corrida global de automação altamente tecnológica, apostando que os novos equipamentos ajudarão a reduzir os custos e a melhorar os retornos, além de possibilitar que elas explorem depósitos considerados até o momento muito complexos ou muito perigosos para os humanos.
 
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Muito interessante, gostei do tema e vocês?
Saudações Geológicas!
Manaus - Amazônia - Brasil

WORKSHOP DE DESENVOLVIMENTO PESSOAL EM MANAUS - Prof. Elias Santos Junior

Em tempos de crise como a que estamos vivenciando nos últimos anos fica extremamente evidente que é necessário se reinventar, adquirir...