terça-feira, 13 de setembro de 2011

NOTICIA AMBIENTE MANAUS - Começa a retirada de antena da TIM sem licença ambiental para funcionar

Manaus tem algo em torno de 550 antenas de telefonia móvel instaladas na cidade

Portal Amazônia, com informações da assessoria: extraido na integra daqui

Foto: Divulgação

MANAUS- O trabalho de retirada da antena de telefonia móvel da TIM situada na Rua Julio Verni, no Aleixo, iniciou na tarde desta segunda-feira (12), por funcionários de firmas terceirizadas responsáveis pela montagem do equipamento. 

O desmonte teve início com a retirada do cabeamento elétrico que alimentava a antena e deverá ter continuidade na manhã desta terça-feira (13).

O Instituto Municipal de Planejamento Urbano (Implurb) vai disponibilizar guindaste e pá-carregadeira para a retirada da estrutura metálica.

A antena é a primeira estação de rádiobase a ser alvo de uma ação de desmonte, no País, depois de instalada e posta em funcionamento, por determinação de um órgão ambiental municipal. 

A determinação foi do secretário municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade, Marcelo Dutra. Segundo ele, a TIM é uma das quatro operadoras de telefonia móvel a operar em Manaus. Para ele, a empresa insiste em continuar prestando serviços ineficientes e com a cultura de que Manaus é a cidade em que primeiro se ocupa para depois se cuida em regularizar.

Manaus tem hoje algo em torno de 550 antenas de telefonia móvel instaladas na cidade. “Até hoje todas as antenas foram instaladas por questões técnicas da empresa, depois vem o poder publico. No caso dessa torre da TIM, é uma prova inequívoca do desrespeito e do desacato que eles imaginam que o povo da cidade merece. 

Iniciaram a construção, demos notificação, multa, interdição, houve quebra do embargo, depois novo embargo e estipulamos multa diária de R$ 3 mil até que fizessem a retirada e nem assim respeitaram as determinações do poder público”, ressaltou Dutra.

O secretário recomendou à Câmara Municipal de Manaus (CMM) que regulamente o mercado de celulares, proibindo a venda excessiva sem a devida capacidade de atendimento operacional. “Há empresas que estão com capacidade estourada, linhas caem, ligações ficam ruins, e é preciso que haja um controle e um disciplinamento dessa atividade”, afirmou.

Marcelo Dutra destaca que hoje existe um déficit no número de antenas na cidade, em relação à quantidade de aparelhos ligados. As empresas possuem também pedências junto ao Implurb, como a ausência de certidão de informação técnica de Uso do Solo e Estudo de Impacto de Vizinhança das torres instaladas na cidade.

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Como sempre Manaus na contra-mão, ao invés de retirar deviam obrigar as operadoras a licenciar as antenas e principalmente compensar ambientalmente pelos danos gerados....Exigir que a CMM regulamente venda de celular parece piada.

Em qualquer cidade do Brasil as operadoras encontram-se sobrecarregadas, em Manaus se instalam as antenas (de forma incorreta com toda certeza) mas ao invés de se corrigir o erro busca-se sempre a solução mais radical...vejam, talvez as operadoras nao licenciem pois o poder publico nunca cobrou, e quando cobra demora um ano para efetuar o licenciamento ( se nao acredita no prazo tente licenciar algo na SEMMAS-Manaus).

As torres serao desmontadas, a qualidade do serviço cairá (a população sofrerá com isso) e terão que montar de novo em regime de urgência para atender aos anseios da população! provalvemente sem licenciamento pois será de relevante interesse da cidade (!!!).

Alguem vai ganhar com isso, com certeza não será a população, nao será a cidade e muito menos o meio ambiente.

Três vivas para o ambientalismo caolho...VIVA, VIVA, VIVAAAA

Geólogo Elias Santos Junior - Manaus, Amazônia, Brasil

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