quinta-feira, 29 de setembro de 2011

PETROLEO AMAZONIA - HRT venderá 45% em Solimões à russa TNK-BP




A HRT Participações em Petróleo está negociado a venda de 45% de participação em poços de exploração na Bacia de Solimões, na Amazônia, para a TNK-BP, produtora de petróleo da Rússia. A informação é do presidente da HRT, Márcio Rocha Mello.

Segundo ele, a transação está aprovada pelos conselhos da HRT e da TNK-BP, e só falta a assinatura final do acordo, que será feita pelo CEO da TNK-BP, Maxim Barsky, que virá ao Brasil nas próximas semanas.

Pelo acordo, a HRT se manterá como operadora da operação. A fatia negociada com a TNK-BP é a mesma que foi comprada da Petra Energia SA pela HRT em maio. Na ocasião, a HRT havia informado que iria procurar no mercado uma empresa para dar suporte financeiro à operação.

O valor a ser pago pela TNK-BP pela fatia de 45% da participação em 21 blocos de exploração na Bacia de Solimões para a HRT será em torno de R$ 1,288 bilhão, de acordo com a HRT. Os outros 55% de participação continuarão com a HRT.

A operação total ocupa uma área de aproximadamente 48.500 km2 onde foram mapeados e certificados 52 prospectos e 11 descobertas classificadas como recursos contingentes.

Mello disse que a empresa não está passando por dificuldades financeiras e que não irá realizar uma segunda emissão de ações nem emitir bônus para se capitalizar. "Temos um caixa forte e todos os nossos investimentos serão feitos utilizando estes recursos e linhas de crédito de fomento obtidas no Brasil e no exterior", disse Mello.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

NOTICIA: É ou não é rio?

É ou não é rio?

Geólogos divulgam carta aberta em que criticam e colocam em dúvida as conclusões de recente pesquisa brasileira que aponta a descoberta de um rio subterrâneo debaixo do Amazonas.

Por: Sofia Moutinho
Pesquisadores brasileiros divulgam indícios da existência de um ‘rio’ 4 mil metros abaixo do rio Amazonas, mas geólogos da Febrageo criticam a pesquisa e a terminologia escolhida para o fluxo de água. (foto: Flickr/ Spuneker – CC BY 2.0)

"Descoberto rio subterrâneo de 6 mil km debaixo do rio Amazonas”. Ao se deparar com essa notícia, muita gente logo imaginou um caudaloso fluxo de água correndo por um túnel abaixo da terra. No entanto, o suposto rio, anunciado por pesquisadores brasileiros do Observatório Nacional, nada tem a ver com essa imagem.

Não é à toa que o estudo tem causado rebuliço no meio científico, levando um grupo de pesquisadores da Federação Brasileira de Geólogos (Febrageo) a elaborar uma carta aberta à sociedade criticando as conclusões do trabalho e o uso do termo ‘rio’.

O ‘rio’ subterrâneo, batizado de Hamza em homenagem a um dos seus descobridores, o geofísico Valiya Hamza, foi anunciado no final de agosto no 12º Congresso Internacional da Sociedade Brasileira de Geofísica, chamando a atenção da mídia internacional e conquistando até um verbete na Wikipédia

Hamza e sua orientanda de doutorado Elizabeth Pimentel, da Universidade Federal do Amazonas, analisaram dados de temperatura da água e das rochas de 241 poços de petróleo desativados perfurados pela Petrobrás na região amazônica e encontraram indícios de que existe um fluxo de água subterrâneo, de 6 mil km de extensão e até 400 km de largura, que corre por entre os sedimentos rochosos a 4 mil metros de profundidade.

Segundo os pesquisadores, o ‘rio’, formado pela infiltração da água da chuva e de outros rios, teria início no Acre e seguiria do oeste para o leste, passando pelas bacias dos rios Solimões, Marajó e Amazonas, até alcançar o mar.
No entanto, geólogos dizem que, mesmo que exista esse fluxo de água, ele não poderia ser chamado de rio, pois se move por dentro de uma camada permeável de rochas, como o calcário e o arenito.

De acordo com o geólogo José Luiz Galvão de Mendonça do Centro Universitário de Araraquara (Uniara) – autor do artigo Rios subterrâneos: mito ou realidade’ publicado na revista CH –, o fluxo de água descrito se assemelha mais a uma esponja molhada do que a um rio.

“Tratar essa água como um rio está errado”, afirma. “Um rio subterrâneo é um conceito popular; na verdade, o que foi descoberto foi um aquífero, rochas porosas que retêm água.”
Hamza conta que foi difícil definir a descoberta, mas que não seria possível chamá-la de aquífero porque o fluxo de água encontrado não fica reservado, mas segue curso e deságua do mar.
“Encontramos movimento de água que corre em área muito extensa e achamos que o melhor seria chamar de rio”, diz.
Esquema rio Hamza
Esquema divulgado pelos autores da pesquisa mostra o ‘rio subterrâneo’ debaixo do Amazonas. (fonte: Coordenação de Geofísica do Observatório Nacional)

Passos de formiga

O estudo de Hamza indica que o fluxo de água subterrâneo é lento, com uma velocidade de 10 a 100 metros por ano, bem menor que a do rio Amazonas, que avança cerca de dois metros por segundo. Mas, de acordo com o pesquisador, isso não é motivo para não chamá-lo de rio.
“Não há definição na ciência para a velocidade mínima ou máxima de um rio”, diz. “Inclusive, no Brasil, existem rios com velocidade inferior a que encontramos, como o Rio do Sono, no Tocantins. 

Além disso, o nosso rio tem um fluxo de 3.900 m3/s, muito grande se comparado ao do Rio São Francisco, por exemplo.”
Na avaliação do pesquisador, o uso do termo rio é adequado, pois, além do rio a que estamos acostumados, que corre na superfície, existem outros dois tipos conhecidos: o atmosférico e o subterrâneo. 

Celso Dal Ré Carneiro, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), um dos geólogos que assinam a carta aberta de crítica ao estudo, confronta a análise de Hamza. Ele afirma que ‘rio atmosférico’ não é um termo científico e que o conceito de ‘rio subterrâneo’ é usado apenas para as situações em que águas fluem dentro de cavernas.

“Chamar de rio o fluxo de água indicado no estudo é o mesmo que dizer que uma caneta que tem forma de lápis é um lápis e não uma caneta. Esse estudo fere conceitos arraigados nas geociências.”
Carneiro e os demais geólogos que assinam a carta destacam que fluxos de água lentos como o indicado por Hamza “são comuns na região do rio Amazonas e estudados há tempos pelos geólogos brasileiros”.

Conclusões precipitadas

De acordo com Hamza, uma das principais implicações da descoberta dorio subterrâneo’ é a explicação que ele traz para a presença de bolsões de baixa salinidade na zona oceânica em torno da foz do Rio Amazonas

Segundo o pesquisador, a baixa salinidade dessa região, que resulta em uma fauna única, não poderia ser causada somente pelas águas doces do Amazonas.
Essa tese é confrontada pelos geólogos da Febrageo. Segundo eles, a descarga do Amazonas é sim suficiente para formar os bolsões de água doce no Atlântico e não há como afirmar que o fluxo de água descoberto chega ao oceano e nem mesmo se ele é de fato doce.

“É muita suposição dizer que esse fluxo deságua no mar, bem como especular sobre sua velocidade, vazão e dimensão”, defende Carneiro. “O trabalho como um todo não é absurdo, mas as suas conclusões são precipitadas, baseadas apenas em dados indiretos de temperaturas que não foram avaliados por pesquisadores independentes.”
Texto de Sofia Moutinho - Ciência Hoje On-line
Nota da autora: 
Este texto foi atualizado para incluir a seguinte alteração:
Como apontaram alguns leitores, Valiya Hamza não é geólogo, como havíamos divulgado anteriormente. De acordo com o seu currículo Lattes, Hamza possui graduação em física, mestrado em física aplicada e doutorado em geofísica. Com base nessas informações, fizemos as devidas alterações. (26/9/2011).
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Comentario:
Nas ultimas semanas os Geólogos na Amazônia tem sido "inundados" com indagações sobre esse tema, vi até um Deputado se pronunciar na midia dizendo que isso era produto de Parintins (cidade natal da pesquisadora).
Ao ler pela primeira vez a divulgação sobre esse "rio" logo veio à mente a ideia de um aquifero (seria o Alter do Chão?), e não vejo no texto do Rio Hamza comprovação de que se trata de algo diferente, de fato entendemos como "rio subterrâneo" fluxos de agua existentes em cavernas.

Até que os autores provem estarem corretos, fico com o parecer da FEBRAGEO.

Saudações Geológicas
Prof. Elias Santos Junior

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

ENTREVISTA - HRT vai antecipar avaliação de área na Amazônia


A petroleira HRT Participações vai aproveitar as descobertas de gás e petróleo realizadas no passado pela Petrobras na Amazônia para antecipar a entrega do seu primeiro plano de avaliação ao órgão regulador brasileiro.

A empresa enviará em outubro para a Agência Nacional do Petróleo (ANP) documento que detalha o reservatório do bloco SOL-T-168, na bacia do Solimões, afirmou nesta quinta-feira o presidente da companhia, Márcio Rocha Mello.

O prazo da HRT para a entrega do plano de avaliação, exigência do governo brasileiro para que as petroleiras mantenham suas concessões, vence em meados de 2012. Muitas empresas costumam pedir —com êxito— a extensão desses prazos à agência.

A HRT realizou apenas uma descoberta no bloco, mas já conta com dados geológos suficientes para desenvolver a área porque a Petrobras já havia encontrado hidrocarbonetos em três pontos na mesma região.

"Fizemos uma descoberta (na semana passada) mas já tínhamos outras três, realizadas no passado", disse o executivo em entrevista à Reuters.
"Não vamos testar porque queremos furar oito poços este ano, vamos fechar este poço, onde descobrimos gás e óleo (na semana passada) e com isso já temos quatro descobertas e entraremos em duas ou três semanas com plano de avaliação para futuro desenvolvimento do bloco, o que nos garante a concessão por mais cinco, seis anos", acrescentou Mello.

ESTRATÉGIA

A Petrobras, que detinha a concessão da área ao longo das últimas décadas, até devolvê-las à União, no final dos anos 90, realizou ali descobertas conhecidas por Gavião, Mamuriá e Carauari.

Mas não as desenvolveu, à época, porque o preço do petróleo, baixo em relação aos padrões atuais, não compensava a exploração.

"São descobertas da Petrobras mas hoje pertencem à gente. Quando a Petrobras descobriu isso não valia nada, ela devolveu (à União), e devolveu com descobertas", explicou.
A estratégia de adquirir blocos prontos, já descobertos, na mesma linha da OGX, do empresário Eike Batista, é um dos motivos pelos quais a empresa comandada por Márcio Mello foi bem recebida por investidores, na opinião de analistas.

A empresa, que é terceira em ativos no setor, levantou 3,2 bilhões de dólares no mercado ao realizar uma oferta pública de ações (IPO), em outubro do ano passado.

O fundador da HRT afirma que a descoberta no bloco que já vai ser avaliado, comunicada ao mercado na semana passada, foi muito importante porque, além de gás, que já era esperado, encontraram também petróleo leve, de boa qualidade.

"No fim do poço encontramos óleo que abriu uma fronteira muito grande pra gente", afirmou. Foi a primeira descoberta da companhia.

A segunda descoberta da HRT, comunicada na quarta-feira, no bloco SOL-T-170, foi classificada pelo executivo como excelente.

Outros dois blocos da empresa estão em fase final de perfuração —o SOL-T-169, no meio da bacia de Solimões e o SOL-T-194, a sudoeste da província de Urucu, onde a Petrobras produz gás a partir de uma das maiores reservas do país.
SONDAS E DÓLAR
"Vamos descobrir hidricarbonetos nestes poços também. Vamos terminar de perfurá-los nos próximos 25 dias porque estamos a poucos metros da zona de interesse nos dois", disse.
Os próximos passos da empresa para cumprir a campanha exploratória prometida para este ano incluem a perfuração de mais quatro poços até dezembro nos blocos SOL-T-192, SOL-T-170, SOL-T-142 e SOL-T-169.

Em 2012, a empresa prevê perfurar 31 poços. Para 2013 e 2014 está prevista a perfuração de 39 em cada ano.

Para cumprir a robusta campanha exploratória, a petroleira assinou contrato de aquisição de quatro sondas de perfuração terrestre com uma empresa chinesa.

A compra de outras quatro unidades, do mesmo fabricante, deverá ser concluída nos próximos dez dias. Com isso, subirá para 13 o número de sondas contratadas.

O fundador da HRT afirmou que a alta recente do dólar não atrapalha os planos da empresa, pois, segundo ele, a companhia tem hedge e não está endividada. No caixa, dispõe ainda de 1,2 bilhão de reais.

A empresa também possui atividades na Namíbia, onde pretende iniciar perfurações em 2012.

Extraído de: Portal Terra em 23 de setembro de 2011

terça-feira, 13 de setembro de 2011

EVENTO - UniNorte participa da segunda edição da Feira Norte do Estudante



Palestras, demonstrações de projetos entre outras atividades serão levadas pelo Centro Universitário do Norte (UniNorte/Laureate) na segunda edição da Feira Norte do Estudante, realizada no período de 15 a 17 de setembro, no Manaus Plaza Centro de Convenções. Ao final haverá sorteios de diversos brindes aos visitantes do estande.

A Central de Empregabilidade do UniNorte também estará presente no evento mostrando aos visitantes como funciona o sistema de cadastro de currículos dos alunos da instituição. O projeto UniNorte Orienta, que realiza palestras a alunos finalistas das escolas públicas de Manaus, também estará no estande falando sobre a importância de saber escolher uma faculdade.

Durante os três dias de evento os professores da instituição irão realizar diversas palestras nas áreas de Economia, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Tecnologia em Petróleo e Gás e Direito. Cada um irá falar sobre seus respectivos cursos em um bate-papo com os participantes.  

A Feira
A Feira Norte do Estudante visa facilitar a escolha dos estudantes sobre qual carreira seguir, além de proporcionar integração com o mercado de trabalho. Fazem isso reunindo em um só espaço: universidades, cursinhos, cursos profissionalizantes, instituições de colocação profissional, escolas de idiomas, estudantes pré-universitários e universitários.

Os horários para visitação são: de quinta a sexta, das 10h às 22h e sábado, das 10h às 20h.

Para conferir a programação completa basta acessar o endereço http://www.feiranortedoestudante.com.br.

Para se inscrever em alguma palestra acesse: Inscrição.

Confira a programação das palestras realizadas pelo UniNorte:  

Dia 15, às 17h: O curso de Economia, com o professor Antônio Gadelha.

Dia 16:
às 14h: 
O curso de Fisioterapia, com o professor Rogério Olmedija;
às 18h30: O curso de Tecnologia em Petróleo e Gás, com o professor Elias Santos Junior;
às 18h30: Direito - Por dentro da Carreira Pública, com o professor Elvis de Paula Freitas, Promotor de Justiça do Estado do Amazonas.

Dia 17, às 14h: O curso de Fonoaudiologia, com a professora Ivy Roberta Martins Dias.
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Irei falar do campo de trabalho, carreira profissional, comportamento acadêmico...

Aguardo vocês,

Saudações Geológicas
Prof. Elias Santos Junior
Manaus - Amzonas - Brasil

NOTICIA AMBIENTE MANAUS - Começa a retirada de antena da TIM sem licença ambiental para funcionar

Manaus tem algo em torno de 550 antenas de telefonia móvel instaladas na cidade

Portal Amazônia, com informações da assessoria: extraido na integra daqui

Foto: Divulgação

MANAUS- O trabalho de retirada da antena de telefonia móvel da TIM situada na Rua Julio Verni, no Aleixo, iniciou na tarde desta segunda-feira (12), por funcionários de firmas terceirizadas responsáveis pela montagem do equipamento. 

O desmonte teve início com a retirada do cabeamento elétrico que alimentava a antena e deverá ter continuidade na manhã desta terça-feira (13).

O Instituto Municipal de Planejamento Urbano (Implurb) vai disponibilizar guindaste e pá-carregadeira para a retirada da estrutura metálica.

A antena é a primeira estação de rádiobase a ser alvo de uma ação de desmonte, no País, depois de instalada e posta em funcionamento, por determinação de um órgão ambiental municipal. 

A determinação foi do secretário municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade, Marcelo Dutra. Segundo ele, a TIM é uma das quatro operadoras de telefonia móvel a operar em Manaus. Para ele, a empresa insiste em continuar prestando serviços ineficientes e com a cultura de que Manaus é a cidade em que primeiro se ocupa para depois se cuida em regularizar.

Manaus tem hoje algo em torno de 550 antenas de telefonia móvel instaladas na cidade. “Até hoje todas as antenas foram instaladas por questões técnicas da empresa, depois vem o poder publico. No caso dessa torre da TIM, é uma prova inequívoca do desrespeito e do desacato que eles imaginam que o povo da cidade merece. 

Iniciaram a construção, demos notificação, multa, interdição, houve quebra do embargo, depois novo embargo e estipulamos multa diária de R$ 3 mil até que fizessem a retirada e nem assim respeitaram as determinações do poder público”, ressaltou Dutra.

O secretário recomendou à Câmara Municipal de Manaus (CMM) que regulamente o mercado de celulares, proibindo a venda excessiva sem a devida capacidade de atendimento operacional. “Há empresas que estão com capacidade estourada, linhas caem, ligações ficam ruins, e é preciso que haja um controle e um disciplinamento dessa atividade”, afirmou.

Marcelo Dutra destaca que hoje existe um déficit no número de antenas na cidade, em relação à quantidade de aparelhos ligados. As empresas possuem também pedências junto ao Implurb, como a ausência de certidão de informação técnica de Uso do Solo e Estudo de Impacto de Vizinhança das torres instaladas na cidade.

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Como sempre Manaus na contra-mão, ao invés de retirar deviam obrigar as operadoras a licenciar as antenas e principalmente compensar ambientalmente pelos danos gerados....Exigir que a CMM regulamente venda de celular parece piada.

Em qualquer cidade do Brasil as operadoras encontram-se sobrecarregadas, em Manaus se instalam as antenas (de forma incorreta com toda certeza) mas ao invés de se corrigir o erro busca-se sempre a solução mais radical...vejam, talvez as operadoras nao licenciem pois o poder publico nunca cobrou, e quando cobra demora um ano para efetuar o licenciamento ( se nao acredita no prazo tente licenciar algo na SEMMAS-Manaus).

As torres serao desmontadas, a qualidade do serviço cairá (a população sofrerá com isso) e terão que montar de novo em regime de urgência para atender aos anseios da população! provalvemente sem licenciamento pois será de relevante interesse da cidade (!!!).

Alguem vai ganhar com isso, com certeza não será a população, nao será a cidade e muito menos o meio ambiente.

Três vivas para o ambientalismo caolho...VIVA, VIVA, VIVAAAA

Geólogo Elias Santos Junior - Manaus, Amazônia, Brasil

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

NOTICIA PETROLEO: Amazônia pode ter 1ª extração de petróleo por empresa privada em setembro

6 de setembro de 2011 | 19h03
Reportagem de Sílvio Guedes Crespo - extraída na integra do site: www.estadao.com.br/radar-economico

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O presidente da HRT, Marcio Mello, disse em entrevista ao site da Rio Bravo Investimentos que anunciará ainda em setembro descobertas de petróleo na Bacia do Solimões, o que seria a primeira extração de óleo por uma empresa privada na Amazônia.

“Vamos anunciar descobertas nas próximas duas semanas porque dois dos poços já estão chegando à área de interesse”, afirmou Mello, na entrevista concedida dia 24 de agosto.
Segundo Mello, a bacia do Solimões, na Amazônia, e a costa da Namíbia, na África, são dois locais “onde a gente com pouco dinheiro pode achar campos gigantes de petróleo”.

Ele afirma que a HRT terá 13 sondas na Amazônia até abril do ano que vem. A Petrobrás nunca teve mais do que duas sondas ao mesmo tempo na região, segundo Mello. A estatal, por enquanto, é a única empresa que já extraiu petróleo na Amazônia.

A HRT prevê que em 2014 tenha uma produção de 47 mil barris de petróleo por dia na Bacia do Solimões.

A companhia foi fundada em 2008 por ex-funcionários da Petrobrás e hoje conta com um volume de recursos potenciais líquidos de 7,9 bilhões de barris de óleo equivalente (uma medida de unidade de energia que vale para petróleo e gás).

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Esperando pra ver, o fato é que nós amazônidas nao podemos ficar à margem dessas discussões, quero ver a empresa fazendo as compensações ambientais cabiveis, entre ela a absorção de mão de obra local.

Saudações Geológicas
Prof. Elias Santos Junior
Manaus - Amazônia - Brasil

WORKSHOP DE DESENVOLVIMENTO PESSOAL EM MANAUS - Prof. Elias Santos Junior

Em tempos de crise como a que estamos vivenciando nos últimos anos fica extremamente evidente que é necessário se reinventar, adquirir...