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Ola, esse blog reune algumas de minhas ideias, pensamentos e devaneios, porem apresenta tambem um resumo daquilo que leio e acho interessante na área do Coaching, Motivação e estilo de vida, da Geologia, Geografia, Biologia, Petróleo & Gás e Meio Ambiente.

Gostaria de saber sua opinião sobre as postagens, portanto ficaria feliz em receber seus comentarios.
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sexta-feira, 27 de maio de 2011

DISSERTAÇÃO: A Influência Das Atividades De Exploração De Petróleo E Os Impactos Ambientais E Socioeconômicos Na Cidade De Coari - Autora: Geni Cauper

Vista aérea da cidade de Coari (AM). Foto: Geni Cauper



A Influência Das Atividades De Exploração De Petróleo E Os Impactos Ambientais E Socioeconômicos Na Cidade De Coari

Autora: Gení Conceição De Barros Cáuper
Orientador: José Aldemir de Oliveira


A implantação de grandes projetos  na Amazônia surgiu por meio de incentivos dados pelo governo a partir dos anos 60, com o propósito de integrar e desenvolver essa região. O processo de exploração de petróleo no Estado do Amazonas ocorreu a partir da década de  oitenta de modo mais intensivo, especialmente com a descoberta de petróleo na região do rio Urucu, no município de Coari-AM, desde o começo do século.

O processo de exploração envolve desde a perfuração dos poços, escoamento, beneficiamento e circulação de petróleo e derivados, causando impactos ao meio ambiente e às populações locais. Esta pesquisa tem como objetivo mostrar as características dos grandes projetos desenvolvidos  na Amazônia, com enfoque às questões ambientais, e como se deu o processo evolutivo da exploração de petróleo no Brasil e na região amazônica, e principalmente a influência e os impactos ambientais, sociais e econômicos causados pelas atividades de exploração de petróleo na província petrolífera de  Urucu na cidade de Coari, e quais os mecanismos de controle realizados, tanto na esfera estadual como na municipal.

Para tanto foram realizados levantamentos e análise de documentos em instituições e órgãos ligados às atividades de petróleo e ao trabalho de campo na área do Projeto de Urucu, aplicando formulários  em 200 residências e realizando entrevistas na cidade de Coari.  


DISSERTAÇÃO: Análise Dos Impactos Ambientais Ocasionados Pela Exploração De Recursos Minerais Na Área Do Igarapé Do Mariano No Município De Manaus-AM - Autor: José Roselito Carmelo Da Silva


Análise Dos Impactos Ambientais Ocasionados Pela Exploração De Recursos Minerais Na Área Do Igarapé Do Mariano No Município De Manaus-Am

Autor: José Roselito Carmelo Da Silva
Orientador: Prof. Dr. José Duarte Alecrim

Resumo: 

O grande crescimento urbano de Manaus a partir de 1967 com a implantação da Zona Franca, consolidado com o Distrito Industrial na década de 1970, ocasionaram dois efeitos negativos na ocupação do espaço no Estado do Amazonas. Por um lado, ocorreu o esvaziamento demográfico da zona rural, com base na pequena propriedade ribeirinha familiar de subsistência e por outro a ocupação desordenada do sítio urbano da capital que passou a exercer função de pólo industrial e comercial, ocasionou o êxodo rural. Para atender a construção da infra-estrutura básica, inclusive das inúmeras fábricas que seriam instaladas, os recursos naturais de uso imediato na construção civil, como areia, começaram a ser explorados intensivamente nas microbacias próximas da periferia urbana.

O presente estudo faz uma análise dos impactos ambientais ocasionados pela exploração da substância mineral de uso social, a exemplo das lavras de areia em atividades, abandonadas e clandestinas, na microbacia do igarapé do Mariano. Estas análises estão divididas em três setores, baseados pela sua facilidade de acesso às minas de areia: setor 1 pela AM-010, setor 2 pela BR-174 e setor 3 pela estrada da Vivenda Verde e Via Eurus. Foi também analisada a qualidade da água por meio da determinação físico-química e microbiológica, obedecendo aos parâmetros determinados pela resolução nº. 274 de 29/11/2000 e, nº. 357 de 17/3/2005 do Conselho Nacional do Meio Ambiente.

Foram registrados 13 areais, nas seguintes situações: 2 ativados, 3 clandestinos, 6 abandonados e 2 reabilitados. Desse total apenas 9 foram estudados mais detalhadamente. Como produto final da pesquisa, foi elaborada a Carta de Localização de Áreas Impactadas pela Exploração de Areia, na escala de 1:30.000 identificando as principais áreas impactadas. O estudo revelou ainda, que as lavras de areia na microbacia do Mariano estão produzindo alterações negativas, indicando a ineficiência dos órgãos competentes no controle ambiental.  Portanto faz-se mister, maior rigor na aplicação das penalidades, visando mitigar os problemas ambientais existentes naquela área. 

Palavras - chave: impacto ambiental, areal, reabilitação ambiental, mineral de uso social e agregados da construção civil.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

NOTICIA MINERAÇÃO AMAZÔNIA: Estado do AM não quer ser santuário e se abre à mineração

Noticiário cotidiano - Geral
Ter, 24 de Maio de 2011 09:04

De São Paulo - "Há uma tendência a achar que o Estado do Amazonas é um santuário", diz Nádia Ferreira, secretária do Meio Ambiente. "O Amazonas tem um potencial imenso na área de recursos minerais. Sabemos o quanto o Estado é rico e o Amazonas não vai se furtar de explorar suas potencialidades", avisa. Ela dá outro recado: "Sabemos do serviço que nossas florestas prestam ao mundo e do estoque de carbono que está aqui. É um ativo ambiental grande e é importante que esta conta comece a ser paga."

O Estado do Amazonas indica que suas fronteiras estão se abrindo para a mineração. Em março, o governador Omar Aziz (PMN) criou a Secretaria da Mineração, Geodiversidade e Recursos Hídricos para propor e coordenar políticas públicas do setor mineral, de óleo e gás, e atrair investimentos.

No caso da HRT, o pedido de licenciamento para estudos em Coari, Carauari, Tefé e Tapauá ocorreu em 2010. A empresa obteve licença prévia do Instituto de Proteção Ambiental do Estado do Amazonas (Ipaam) para sísmica, perfuração e pesquisa mineral. "A permissão é só para estudo", reforça Antonio Ademir Stroski, presidente do Ipaam desde fevereiro. "A atividade de estudo é de pequeno impacto", diz ele.

A concessão das licenças-prévias foi concedida pelo Ipaam quando o advogado Graco Diniz Fregapani, hoje gerente-geral do escritório da HRT em Manaus, ocupava a presidência. "Quero falar sobre isso de forma a não deixar qualquer dúvida", disse ele ao Valor. "As licenças sempre são assinadas depois de toda uma avaliação e dos pareceres técnicos e jurídicos que compõem o licenciamento ambiental. Não existe mágica, não existe facilitação." Fregapani, que ficou 12 anos no Ipaam e mais de um ano na presidência, conta que em dezembro pediu para sair do instituto. Sentia falta de desafios, estava há muito no Estado e pensava em abrir uma consultoria. Já desligado, recebeu o telefonema da HRT. "Conversei e me senti desafiado", prossegue. "Para ter postura ética e evitar qualquer tipo de vinculação, não retornei ao Ipaam para tratar de qualquer assunto de licenciamento ambiental da HRT."

Hoje a HRT tem licença-prévia para explorar a ocorrência de hidrocarbonetos em seus blocos. A licença é dada para cada locação. Ali montam a sonda para fazer a prospecção - levam os equipamentos desmontados e de helicóptero. "A abertura de estradas traz uma movimentação que estimula o desmatamento. Nossa logística é via helicópteros e balsas, até porque na Amazônia os rios são as estradas", diz Fregapani. Caso encontrem algo, começa outro rito que se inicia na ANP e, no caso ambiental, exige aprovação do Estudo de Impacto Ambiental (EIA-Rima) e audiências públicas.

O pesquisador Luiz Antônio Oliveira coordena a CTPetro Amazônia, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), rede criada pelo fundo setorial do petróleo e que também estuda os efeitos negativos da prospecção. Ele lembra que 95% das áreas desmatadas e mais de 60% das áreas degradadas na Amazônia são relacionadas à agropecuária. Sobre a atividade petrolífera na floresta, Oliveira diz que faz uma análise de custo e benefício. "O desmatamento tem que ocorrer. Mas o impacto é tão pequeno que a gente não considera porque o benefício econômico é muito grande."

No caso de exploração de petróleo na Amazônia, a outorga das áreas é feita pela ANP. O licenciamento costuma ser estadual e só é feito pelo Ibama em casos de área marítima e oceânica, se o projeto afetar unidade de conservação federal, se estiver na divisa de países, se cruzar mais de um Estado, se for área militar ou se a avaliação de impacto for regional. "Acaba tendo dupla fiscalização", diz Cristiano Vilardo, coordenador geral de petróleo e gás do Ibama. "Da ANP, que tem a competência para aspectos contratuais da atividade, e do órgão de meio ambiente."
(Fonte: Valor Econômico/DC)

Fonte: http://portosenavios.com.br
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Excelente iniciativa do Governo do Estado do Amazonas, a presevação da floresta às custa da pessima qualidade de vida dos seus habitantes só interessa a quem nunca pôs os pés na Amazônia.

Muito mais impactante que a mineração é a pecuária, alem de que qualquer atividade de extração mineral é obrigada a recuperar a área explotada como tambem realizar a compensação ambiental.

Sou amplamente a favor da mineração na Amazônia desde que se tomem todas as medidas compensatorias e mitigadoras dos impactos ambientais negativos.

Saudações Geológicas
Professor Elias Santos Junior
Manaus - Amazônia - Brasil

O DIA EM QUE A LANCHA DA RECEITA FEDERAL RECUPEROU PARTE DO TERRITÓRIO NACIONAL

O DIA EM QUE A LANCHA DA RECEITA FEDERAL RECUPEROU PARTE DO TERRITÓRIO NACIONAL

A Receita Federal realizou recentemente um concurso sobre “Histórias da Receita Federal”. O vencedor foi o Reginaldo César Cardoso, Ex-Inspetor em Tabatinga/AM, na época em que o José Barroso Tostes Neto era o Superintendente Regional. A história é um resgate não apenas da nossa fronteira, mas de um sentimento muito forte de brasilidade. Vale a pena conferir abaixo:

A fronteira mais inóspita do Brasil, sem dúvida, é Tabatinga, no Amazonas. Em 1753 um punhado de heróis, brasileiros e portugueses, chegou ao alto Rio Solimões e lá assentou acampamento. Reivindicaram a terra para “El Rei” de Portugal. Diz-se que foi uma luta terrível, contra os índios, contra os espanhóis, contra a malária, mas venceram e ergueram o forte de São Francisco Xavier de Tabatinga.
Neste local foi estabelecido um posto militar e fiscal, consolidando o domínio colonial português para muito (e muito mesmo) adiante da linha imaginária de Tordesilhas. Desde essa época, a Alfândega Brasileira está lá, “ onde começa o Brasil…”. Já corria o ano de 2006, Tabatinga continuava inóspita, mas os servidores do Fisco tentavam dar um choque de legalidade, fazendo campanha para que todos comerciantes se cadastrassem, emitissem nota, declarassem o “Simples Nacional” e ficassem em dia com o Leão. Um bom colaborador era o presidente da pequena Associação Comercial da cidade: Seu Izidoro era cearense de nascimento, mas tabatinguense de coração. O pai fora soldado da borracha e ele chegara naquelas paragens ainda criança, adotando aquela terra como sua.
Numa tarde o Inspetor-Chefe da Receita Federal em Tabatinga recebeu uma comitiva de comerciantes brasileiros, que, indignados, exigiam uma ação contra um “flutuante” estrangeiro, que se instalara irregularmente na margem brasileira, em detrimento das autoridades e dos comerciantes legalmente estabelecidos. A comitiva era chefiada pelo Seu Izidoro. Homem sábio e experiente, sabia que se aquele flutuante se instalasse ali, outros viriam, e todo comércio formal da cidade iria ser prejudicado. Para quem não conhece, na Amazônia chama-se “flutuante” qualquer coisa que flutue, esteja ancorado à margem do rio e preste algum tipo de serviço ou venda de mercadoria às embarcações e à população ribeirinha.

terça-feira, 24 de maio de 2011

NOTICIA PETRÓLEO: Exploração privada lidera nova corrida ao petróleo na Amazônia

Noticiário cotidiano - Geral
Ter, 24 de Maio de 2011 09:01

Recomeçou a temporada de caça ao petróleo na Amazônia. Vinte e cinco anos depois de a Petrobras ter iniciado sua operação na bacia do rio Solimões, no Estado do Amazonas, é a vez de uma empresa privada, a HRT Oil & Gas, procurar petróleo sob a floresta. Trata-se de uma operação ambiciosa, iniciada há um mês com a perfuração do primeiro poço perto de Tefé. A HRT é operadora de 21 blocos no Amazonas - ou 48.485 km2, concessão duas vezes maior que a da Petrobras em fase de exploração, já que a estatal já produz no complexo de Araras, onde está o campo de Urucu. A da HRT é uma área equivalente a duas Dinamarcas.

Para se ter ideia do tamanho da empreitada, a pioneira Petrobras tem direito de explorar oito concessões ali, sendo três blocos na bacia do Amazonas em sociedade com a Petrogal Brasil (subsidiária da portuguesa Galp), e cinco na bacia do Solimões, onde há duas áreas em fase de pré-produção, Japiim e Azulão. Entre 2001 e 2009 a estatal perfurou 10 poços na área e agora tem cinco sondas de perfuração. Até o início de 2015 a HRT planeja perfurar 130 poços no Estado. "Vou ser do tamanho de uma Petrobras na Amazônia, prefiro não dizer que serei maior", pontua Marcio Mello, presidente da HRT e que saiu da estatal nos anos 90. A região tem "o melhor petróleo do Brasil", diz ele, que estima estar produzindo 2,5 mil barris/dia na área em 2011. "Quero vender para a Petrobras", diz o geólogo, muito confiante para quem iniciou em 21 de abril as atividades de pesquisa de petróleo e gás na Amazônia.

A HRT tem 51% das concessões na região e sua sócia, a Petra Energia, os outros 45%. Os investimentos da companhia presidida por Mello estão orçados em US$ 1,952 bilhão até o final de 2014. A parte da Petra será de outro US$ 1,59 bilhão. Se a HRT tiver sucesso na campanha exploratória, o número de poços pode chegar a 400, estima o presidente. A petroleira HRT Oil & Gas fez sua estreia na Bolsa de Valores em outubro.

A saga amazônica levou a companhia a criar uma empresa de aviação. A Air Amazonia já tem dois aviões Bandeirante e nove helicópteros. O plano é comprar mais um Bandeirante, outros seis helicópteros e um jato Embraer 170. A frota transportará empregados e prestadores de serviços que irão trabalhar nas bases da Amazônia. Não serão construídas estradas durante a fase de pesquisa.

"O petróleo tem nos dado muito retorno", diz a bióloga Nádia Ferreira, secretaria do Meio Ambiente do Amazonas. "Em nenhum momento o Estado vai deixar de lançar mão das potencialidades que tem, quer sejam minerais ou através da floresta", continua. "Esta é uma decisão estratégica do Estado, um investimento que consideramos importante", diz, falando com tranquilidade sobre a perspectiva da exploração no meio da floresta. "Temos uma política ambiental consolidada e teremos rigor para garantir que a atividade se dê de forma a compensar e mitigar o impacto ambiental que produzir."

O Amazonas é o Estado mais preservado da região, com só 2% do território desmatado. O fato de ser isolado e não cortado por estradas (um dos principais vetores do desmate da Amazônia), explica boa parte do êxito. O desmatamento ocorre no Sul, nas divisas de Rondônia e Mato Grosso.

Antecipando-se às questões ambientais por pretender explorar petróleo e gás na Amazônia, Mello contratou como gerente geral do escritório em Manaus o advogado Graco Fregapani, ex-presidente do Instituto de Proteção Ambiental da Amazônia (Ipaam), o órgão ambiental do Estado. "Qual a companhia que vai explorar petróleo na Amazônia e bota como chefe máximo da exploração o cara que era responsável por toda a política ambiental do Estado?", diz Mello. "Ou sou louco ou sou um cara que quer fazer a coisa diferente."

A estratégia de Mello tem um ponto questionável. O Ipaam é o órgão licenciador do Amazonas e Fregapani ocupava a presidência quando a HRT obteve as licenças-prévias. "Acho isso normal", defende Nádia Ferreira. "Existe um processo robusto de informações e tudo é analisado. Tem laudo, equipe técnica, o presidente não assina sozinho." A secretaria reforça: "A HRT tem autorização apenas para pesquisa. Se encontrar algo, levará seus estudos para a ANP (a Agência Nacional do Petróleo) e aí, sim, entrará em nova fase". Para explorar petróleo é preciso aprovar o estudos de impacto ambiental (EIA-Rima) e fazer audiências públicas nos municípios afetados.

Fonte: Valor Econômico/Claudia Schüffner e Daniela Chiaretti | Do Rio e de São Paulo
Original extraído daqui: http://portosenavios.com.br
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O Dr. Graco Fregapani é um profissional muito competente, realizou um excelente trabalho como Presidente do Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas, desejo sucesso nessa nova empreitada à frente da HRT no Amazonas.

Saudações Geológicas
Professor Elias Santos Junior
Manaus - Amazônia - Brasil

segunda-feira, 23 de maio de 2011

NOTICIA PETRÓLEO - HRT investe em área na África similar ao pré-sal brasileiro

 

PEDRO SOARES
DO RIO

A petroleira brasileira HRT aposta suas principais fichas numa área similar ao pré-sal, mas na Namíbia, país na costa sudoeste da África, onde a empresa possui participação em 9 poços exploratórios nas bacias de Orange e Walvis. Destes, 8 estão em avaliação e desenvolvimento no campo de Kudu.

Segundo Márcio Melo, presidente da HRT, a região tem características muito parecidas com as dos bacias de Campos e Santos e um grande potencial numa camada análoga ao pré-sal brasileiro. Lá, diz, residem as melhores oportunidades da companhia.

Ao todo, a HRT tem participações em 21 blocos --investe também na bacia do Solimões, no Brasil. Os recursos estimados, em 11 descobertas da companhia nessas áreas, são de 541 milhões de barris, mas há um potencial maior principalmente na Namíbia.

Dados sísmicos, diz Melo, indicam grandes acumulações de óleo e gás na região análoga ao pré-sal naquele país.

No Brasil, a empresa vai começar a produção em fase de testes em agosto, com a extração entre 1.500 barris/dia a 2.000 barris/dia.

Ainda na fase de investimentos e sem uma produção consolidada, a empresa registrou prejuízo de R$ 13,8 milhões no primeiro trimestre de 2010 --perda inferior aos R$ 72,8 milhões do quarto trimestre de 2010.

Extraído daqui: Folha online
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Excelente noticia, vamos em busca do ouro negro no pré-sal africano.

Saudações Geológicas
Professor Elias Santos Junior
Manaus - Amazônia - Brasil


terça-feira, 17 de maio de 2011

NOTICIA PETROLEO: HRT anuncia a chegada de 04 sondas de perfuração de poços exploratórios na Bacia do Solimões



Início da perfuração do primeiro poço exploratório da HRT de código 1-HRT-1-AM, em abril, e preparação das bases das locações para receber as outras três sondas. 

Rio de Janeiro – A HRT Participações em Petróleo S.A. – “HRT” ou “Companhia” (BM&FBovespa: HRTP3) e (TSXV: HRP), holding que engloba uma empresa independente de exploração e produção de óleo e gás natural com concessões no Brasil (onshore) e na Namíbia (off shore), anuncia os resultados referentes ao 1º trimestre de 2011 (1T11).

HRT anuncia chegada de quatro sondas de perfuração de poços exploratórios, com início da perfuração do primeiro poço da HRT (1-HRT-1-AM) na Bacia do Solimões, a aquisição da UNX Energy Corp. (“UNX“) concluída e início das operações da HRT America Inc. (“HRT America“), sediada em Houston, Texas, Estados Unidos. Levantamentos de sísmica 3D nas Bacias de Walvis e Orange, Namíbia. Extensão da vigência do período exploratório dos blocos na Bacia de Walvis concedida.

De acordo com nota da companhia, o primeiro trimestre de 2011 pode ser caracterizado como um período de marcantes realizações para a HRT. Entre as mais importantes destacam-se: .Chegada de quatro sondas helitransportáveis, contratadas pela HRT O&G junto à Queiroz Galvão e Tuscany, para a perfuração de poços exploratórios na Bacia do Solimões |. Início da perfuração do primeiro poço exploratório da HRT de código 1-HRT-1-AM, em abril, e preparação das bases das locações para receber as outras três sondas|. 
Consolidação do levantamento sísmico 2D de 2.000 km, já em andamento, nas áreas dos blocos SOL-168, 169, 191 e 192, na Bacia do Solimões |. Realização de processo de tomada de preços para a contratação de mais duas equipes sísmicas para a aquisição de 4.000 km de sísmica 2D nos blocos mais a sul e leste da área em concessão na Bacia do Solimões. Assim, o total de levantamentos sísmicos realizados pela HRT atingirá 6.000 km, podendo ser considerado um dos maiores já realizados no mesmo ano, em bacias onshore no Brasil |.Consolidação com operação integrada de aviões e helicópteros da empresa da HRT O&G de logística aérea, envolvendo treze aeronaves e o transporte de mais de 3.000 passageiros no período. A frota da HRT O&G está composta de dois aviões Brasília e dez helicópteros, sendo seis Sikorsky S61, e quatro Bell 212. Com esta decisão da empresa, considerada um serviço crítico para a consecução dos objetivos da HRT na Bacia do Solimões, espera-se uma redução de custos operacionais que poderá chegar a R$ 100 milhões no período de dois anos |.Implantação e operação plena do escritório em Manaus e de duas bases de campo em Tefé e Carauari, para condução das atividades na Bacia do Solimões |.Aquisição da UNX, empresa canadense listada na TSX Venture Exchange (“TSXV“), através da troca de ações e, desta forma, introduzindo um aumento da área em concessão, de 27 mil km2 para 63 mil km2, na costa da Namíbia.

Somando-se esta área aos 48,5 mil km2 relativos à concessão dos blocos localizados na Bacia do Solimões, a Companhia passará a deter direitos exploratórios numa área total de 111,3 mil km2. Além disso, os recursos prospectivos e contingentes certificados aumentaram para 6.592mboe em ambas as bacias. |.Início das operações da HRT America em Houston, sob o comando do geólogo Wagner Peres, e HRT Africa, em Windhoek, sob o comando do engenheiro Nelson Narciso . Início de um dos maiores levantamentos sísmicos 3D já realizados por uma única companhia no off shore da costa oeste da África, totalizando 9.100 km2 e cobrindo blocos da empresa nas sub-bacias de Walvis e Orange, na Namíbia |. Contratação de empresa para identificar uma sonda de perfuração off shore, Classe C, que deverá ser contratada para a perfuração de quatro poços nas Sub-Bacias de Walvis e Orange, em 2012 |. Comunicado à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (“ANP”) o ingresso no Segundo Período Exploratório em 19 blocos da Bacia do Solimões, enquanto a Agência Reguladora informou a qualificação da HRT O&G como “Operadora B” e aprovou a cessão, da Petra Energia à HRT O&G, de 4% dos direitos de exploração dos 21 blocos na Bacia do Solimões. Assim, a Companhia passou a deter 55% dos direitos exploratórios destes blocos sob concessão, numa área total de 48,5 mil km2 e recursos de 972mboe.

Perfil-O Grupo HRT é composto por uma das maiores empresas independentes de exploração e produção de óleo e gás natural do Brasil. A HRT Participações possui oito principais subsidiárias: a IPEX (Integrated Petroleum Expertise Company Serviços em Petróleo Ltda.), a HRT O&G Exploração e Produção de Petróleo Ltda., a HRT Netherlands B.V., a HRT África Petróleo S.A., a HRT América Inc., a BN47 Serviços Aéreos Ltda., a Ranger Participações Ltda. e a UNX Energy Corp. A Companhia detém 55% de participação em 21 blocos exploratórios localizados na Bacia do Solimões. A HRT também é operadora de dez blocos exploratórios na costa da Namíbia, com participação em dois deles, na Sub-Bacia de Walvis, e nos oito restantes, na Sub-Bacia de Orange. A HRT possui uma equipe composta por doutores e mestres em geologia, geoquímica, geofísica, biologia e engenharia, sendo a maioria deles ex-funcionários da Petrobras e da ANP.

A HRT está comprometida em minimizar os possíveis impactos ambientais nos locais onde atua. O compromisso com as comunidades locais passa pela redução dos impactos das operações nas condições de saúde, segurança e qualidade de vida. [ www.hrt.com.br/ri]. 


PROFESSOR ELIAS SANTOS JUNIOR
Manaus - Amazônia - Brasil

ÁGUA BRANCA ONLINE: HORROR EM MANAUS – CADÉ AS AUTORIDADES? CADÉ A CONCIENCIA? ACORDA MANAUS – VAO DESTRUIR O ULTIMO IGARAPE LIMPO “AGUABRANCA”E A CACHOEIRA ALTA ALERTA MAXIMA!!

ÁGUA BRANCA ONLINE: HORROR EM MANAUS – CADÉ AS AUTORIDADES? CADÉ A CONCIENCIA? ACORDA MANAUS – VAO DESTRUIR O ULTIMO IGARAPE LIMPO “AGUABRANCA”E A CACHOEIRA ALTA ALERTA MAXIMA!!

sábado, 14 de maio de 2011

DOWNLOAD: MANUAL DO ARQUITETO DESCALÇO - Johan Van Lengen



Olá amigos, hoje organizei uma palestra no Instituto de Permacultura da Amazônia (www.ipapermacultura.br) onde levamos os acadêmicos de Tecnologia em Petroleo & Gás e Engenharia Ambiental do Uninorte.

No evento fui apresentado a um livro bastante interessante o qual disponibilizo aqui para download, é o MANUAL DO ARQUITETO DESCALÇO de autoria do Arquiteto Johan Van Lengen, o livro mostra vários exemplos de bioconstrução, alguns dos quais achei bastante interessantes.

Seguem mais informações: (extraido daqui)

Sinopse:
Autor holandês que desistiu de uma bem sucedida carreira como arquiteto na Califórnia para fixar residência na América Latina no ramo de moradias populares. Depois de trabalhar em várias agências governamentais, incluvise a ONU, e de ter sido professor de arquitetura solar na UNICAMP, continuou seu trabalho de desenvolvimento de tecnologias de construção e em como transmiti-lás ao usuário. Disto resultou o Manual do Arquiteto Descalço, obra considerada pelos especialistas desta área como indispensável para a compreensão e emprego de tecnologias usadas na arquitetura.


Quando voltou ao Brasil, fundou o Instituto TIBÁ, criando assim um instrumento para uma arquitetura mais integrada com a natureza.

Formato: PDF
Páginas: 379

Autor: Johan Van Lengen

Tamanho: 13 Mb


Download aqui
SENHORES, RECEBI UMA NOTIFICAÇÃO SOBRE ESSE LIVRO E TIVE QUE RETIRAR O LINK, NAO QUE ISSO IMPEÇA ALGUEM DE ENCONTRA-LO NA INTERNET, POREM SE É O DESEJO DA EDITORA, ESTÁ FEITO. 

quinta-feira, 12 de maio de 2011

NOTICIA MINERAÇÃO: Brasil deve retomar mineração de terras raras


A decisão do governo chinês de elevar os impostos sobre terras raras, no início de abril, tem preocupado muitos países que dependem da matéria-prima. O Brasil está entre as nações impactadas e já registra alta de até 200% no preço do neodímio comprado da China, segundo informaram distribuidores nacionais ouvidos pelo Brasilianas.org. A taxa de terras raras, antes cobrada no valor de 3 yuans a tonelada, agora pode variar entre 30 a 60 yuans.

O problema é agravado pelo fato da China deter 97% da produção mundial de terras raras, elementos minerais usados na fabricação de aparelhos de alta tecnologia, como notebooks e smartphones, até em componentes eletrônicos e espaciais. O super-ímã, por exemplo, feito a partir do neodímio, é encontrado em fones de ouvidos e porta-retratos, mas também discos-rígidos de computadores.

Os Estados Unidos, que também sofreram com as restrições da exportação chinesa, perceberam o ritmo de aumento dos impostos e decidiram, em janeiro deste ano, reativar Mountain Pass, a única mina de terras raras norte-americana. O Brasil - que nos anos 1990 explorou terras raras em areia monazítica, mas desativou a mineração por conta dos baixos preços chineses na época – está tomando as primeiras medidas para evitar uma crise, que pode atingir diversos setores industriais. Formou, no final de 2010, um grupo interministerial para incentivar estudos com a finalidade de retomar a mineração em áreas já identificadas.

Brasilianas.org conversou com Ronaldo Santos, pesquisador titular do Centro de Tecnologia Mineral (CETEM), instituição ligada ao Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), para entender os argumentos da China e quais os caminhos que o Brasil deverá seguir nos próximos meses. Confira os principais trechos da entrevista a seguir.

Retomada da mineração de terras raras no Brasil
Falando tecnologicamente, o Brasil tem competência e possui grupos que estão distribuídos em centros de pesquisa governamentais, em instituições de pesquisa da área nuclear - pois, associada ao principal mineral portador de terras raras até então explorado no Brasil, a areia monazítica, há uma ocorrência de tório e urânio. Como eles são substâncias radioativas utilizadas pela indústria nuclear, elas passam a ser de interesse do setor nuclear. Há também outra possibilidade, relacionada à exploração de xenotima, no Norte do país, que, atualmente, é objeto de interesses de um grupo estrangeiro. Então, nós temos reservas, que precisam ser confirmadas. Temos várias ocorrências, e que precisam ser mais bem identificadas, mas há um interesse das empresas em explorar as terras raras, algo que até então não havia sido privilegiado.

Áreas de areia monazítica
Normalmente ela [a areia monazítica] ocorre no litoral e em calhas de rios. Mas também há ocorrências os solos associados a outros minerais. E, nesse momento, ela precisa de um desenvolvimento no fluxograma da sua recuperação e todas as suas etapas, como a separação. As etapas de mineração da areia monazítica não exigem muita tecnologia, mas, no Brasil, elas devem ser de certa forma, adaptadas a tecnologias básicas. 

Porque cada minério é um minério, e como isso ficou durante muito tempo adormecido, o trabalho que se tem que fazer é um trabalho plenamente do domínio brasileiro. Vários grupos que já trabalharam com isso tem, com certeza, em curto e médio prazo, capacitação para desenvolver os processos necessários para a extração de alguns elementos terras raras.

Brasil como player
Não acredito que demore dez anos [para o país voltar a ser grande produtor]. Um projeto de mineração normalmente leva de sete a dez anos para ser maturado. No caso das terras raras, há um importante componente, que é a demanda firme e estabelecida de setores, do elétrico ao de refino do petróleo, que, com o aporte de recursos dessas áreas, esse esforço possa ser acelerado. A grande vantagem é que não vamos ter que partir do zero, porque já existem estudos, que apenas precisam de confirmação. Confirmadas as reservas, e verificado que vale a pena do ponto de vista estratégico e econômico, podemos começar. 

Hoje, o aspecto econômico está prevalecendo, porém irá prevalecer o aspecto estratégico. A extração de terras raras é vital para todo país que quer ter o mínimo de independência e soberania.

Um novo minerador
Quem explorava areia monazítica no Brasil era unicamente a Orquima, que depois se transformou na Nuclemon e, depois, nas Indústrias Nucleares Brasileiras (INB). Era o único produtor em escala mundial, na época da demanda, que explorava as terras raras no Brasil. A CBMM tem, associada ao minério dela de nióbio, terras raras. Mas a CBMM aproveita apenas o nióbio, que não é terra rara. Provavelmente, se a CBMM quiser fazer essa recuperação, ela deverá estar atenta aos resíduos da produção do nióbio. Já houve uma iniciativa do CETEM, junto a CBMM, na construção de um estudo para a recuperação das substâncias que seriam economicamente interessantes, na recuperação das escórias da produção do nióbio. Mas, naquele momento, não foi manifestado interesse de que se fosse fazer o aproveitamento das terras raras. Há terras raras contidas nos resíduos da produção de titânio, assim como na produção de aço fosfórico.

Aumento da concorrência no mundo
Os EUA possuem uma vantagem, pois tem estrutura de alta tecnologia, de produção dos produtos de alta tecnologia, e tinham uma mina que já voltou a operar. Mountain Pass [como é chamada a mina] voltou a operar no início do ano, em janeiro, e deve retomar a plena produção até 2014. A expectativa é de 20 mil toneladas por ano. O Brasil já está tomando as medidas para fazer o mesmo, pois já está sofrendo os reflexos da atitude da China. Mas os distribuidores e os compradores nacionais ainda vão sofrer durante o tempo por conta dessas restrições.

Ainda existem poucos projetos sendo implementados no mundo – no Canadá, na Austrália, na África, e até países da antiga República Socialista Soviética, que possuem minerações e indústrias de preparação dos insumos de terras raras. Estão sendo feitos investimentos, e se tem a expectativa de se superar a dificuldade de fornecimento imposta pela China. Não posso dizer, no entanto, se os EUA vão abrir mão da única mina que ele tem em operação, para vender insumos de terras raras para outros.

O preço das commodities está extremamente alto e artificial. [Com a retomada da exploração em alguns países], deve cair [o preço], mas não aos níveis de cinco anos atrás. Isso é algo que já vinha se delineando. Desde 2002, os preços dos insumos de terras raras vinham crescendo, mas isso era uma atitude que vinha acontecendo com o mundo inteiro, tanto no Ocidente, quanto no Oriente. Os parceiros tradicionais dos chineses, denominadamente os japoneses, a Coréia do Sul e a Malásia, já estão buscando alternativas e se associando com outros grupos.

Questão de soberania
O viés que se tem dado a esse assunto é principalmente o econômico. Mas o viés que deve ser considerado é muito mais o de estratégia e de soberania. Não há nenhum sistema de defesa ou de orientação de mísseis e espacial que não utilize elementos, nos seus componentes, de terras raras. Um dos argumentos da China para impor as restrições foi a questão ambiental, mas ei, particularmente, não acredito muito nisso. A China pode ter várias argumentações, inclusive de que se trata de soberania nacional, e que ela não pode prescindir disso. 

Mas será que é apenas isso? Eles são muito hábeis para negociar, é uma cultura milenar. Temos muito que aprender com os chineses. O império chinês já deu demonstrações de sua força na história.

Rede de estudos
Não estamos isolados. Temos competência em parcerias com diversas universidades, como UFMG, Unicamp, UFSC, USP, além do IPT, Instituto de Pesquisas Nucleares (IPEN), Instituto de Energia Nuclear (IEN), Centro de Desenvolvimento e Tecnologia Nuclear (CDTN). Está no momento de reforçar que há competência. O problema maior agora é o Brasil pensar as terras raras como um assunto prioritário, e preparar a mão de obra especializada para isso. Os especialistas e pesquisadores estão se aposentando, e há falta de engenheiros de minas e geólogos, por exemplo.