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sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Impacto de meteoro na Índia pode ser a causa da extinção dos dinossauros

Christa Strattoncstrat - 26/10/2009





Diagrama tridimensional da cratera submersa de Shiva, com 500 km de diâmetro. A camada de 6,8 km de espessura de deposições do Cenozóico, assim como a coluna d'água, foram omitidos para mostrar a morfologia da cratera.[Imagem: GSA]

Maior cratera da Terra

Uma misteriosa cratera submarina nas costas da Índia pode ser a maior cratera de impacto da Terra. E, se um novo estudo a seu respeito estiver correto, ela pode ter sido a responsável pela extinção dos dinossauros, 65 milhões de anos atrás.

Uma equipe de pesquisadores, liderada por Sankar Chatterjee, da Universidade Técnica do Texas, nos Estados Unidos, fez o primeiro estudo detalhado da gigantesca cratera de Shiva, uma depressão submersa a oeste da Índia que é intensamente minerada por suas ricas reservas de petróleo e gás natural.

Algumas crateras complexas estão entre os locais mais produtivos de hidrocarbonetos da Terra.

Expondo o manto da Terra

"Se estivermos corretos, esta é a maior cratera de impacto conhecida em nosso planeta," diz Chatterjee. "Um bólido desse tamanho, talvez de 40 quilômetros de diâmetro, criou seu próprio movimento tectônico."

Para comparação, o objeto que atingiu a Península de Yucatan, criando a cratera que atualmente é apontada como o ponto de impacto que causou o extermínio dos dinossauros, tinha entre 8 e 10 quilômetros de diâmetro.

É difícil imaginar e descrever um cataclisma dessas proporções. Mas, se os pesquisadores estiverem corretos, o impacto de Shiva vaporizou a crosta da Terra no ponto da colisão, deixando no local nada menos do que um buraco onde emergiu o material ultra quente do manto da Terra.

Os pesquisadores acreditam que o impacto acelerou as erupções vulcânicas em uma linha que cobre a maior parte do oeste da Índia. E mais, o impacto separou as ilhas Seicheles da placa tectônica indiana, fazendo-as derivarem em direção à África.

Cratera submersa

As evidências geológicas são dramáticas. O anel externo da cratera de Shiva tem 500 quilômetros de diâmetro, abraçando o pico central, conhecido como Elevado de Bombaim, que tem 4.800 metros de altitude a partir do fundo oceânico.

A maioria da cratera fica submersa na plataforma continental da Índia, mas onde ela emerge é marcada por pico altos e agudos e depressões acentuadas. O impacto parece ter destruído ou desgastado a maior parte da camada de granito de 48 quilômetros de espessura presente na costa oeste da Índia.

Impressões digitais do meteoro

Para confirmar as descobertas, a equipe do Dr. Chatterjee tem uma expedição agendada para o próximo mês, com o objetivo de coletar amostras de rochas do centro da cratera, que poderão fornecer as evidências definitivas de que se trata de uma cratera de impacto.

"Rochas da base da cratera irão nos dar os sinais definitivos do impacto. E nós queremos ver se são rochas heterogêneas, quartzo com sinais de impacto e se há anomalias para irídio," explica Chatterjee.

Os asteroides são ricos em irídio, e essas anomalias são vistas como uma espécie de impressão digital do impacto de um meteoro.

Fonte:
http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=cratera-impacto-meteoro-india-extincao-dinossauros&id=010125091026

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Projeto visa automatizar e integrar licença ambiental

A Procuradoria-geral da União vai avaliar projeto que prevê investimento de US$ 34,7 milhões no Programa Nacional de Meio Ambiente (PNMA) para automatização e integração dos sistemas de licenciamento ambiental federal, estadual e municipal.


Parte dos recursos - US$ 24,3 milhões - será financiada pelo Banco Mundial, o restante será colocado pelo governo brasileiro. A expectativa é a de que o projeto chegue no Senado no próximo mês.

O foco principal do projeto são as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Os setores prioritários são: estradas, mineração, geração de energia de hidrocarbonetos, hidrelétrica, hidrovias e portos.

"O Brasil está numa fase dinâmica de desenvolvimento e as pressões para licenciamento aumentam. Temos de melhorar a capacidade de responder à demanda. A melhoria vai resultar em transparência e rapidez. Tanto para os próprios governos, federal, estaduais e municipais, como para a sociedade e para as empresas interessadas nas licenças", explica a diretora do Departamento de Coordenação do Sistema Nacional de Meio Ambiente (Sisnama), Flora Cerqueira.

A diretora acredita que o primeiro desembolso do empréstimo ocorra ainda neste ano. A previsão para 2009 é de US$ 3 milhões. Para 2010, a estimativa é de US$ 12 milhões.

Fonte: http://invertia.terra.com.br/sustentabilidade/interna/0,,OI4056472-EI10411,00.html
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Nota: 
Se isso vier acontecer será excelente para mineração pois ter que licenciar na uniao, estado e municipio alem de demorado é oneroso e desgastante.
Porem, custo acreditar que isso ocorra.


segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Criptonita é descoberta na Terra


Cientistas descobriram um mineral que até agora só existia nas histórias do Super-Homem. A fórmula da criptonita (ou kriptonita, como preferem alguns) - o mineral extraterreste que é a única forma de se destruir o homem de aço - foi detalhadamente descrita no filme O Retorno do Super-Homem.

Mas, ao contrário do que seria de se esperar, o novo mineral não foi encontrado em um meteorito ou algo do tipo. Ele foi localizado em uma mina na Sérvia e é branco, tem a textura de um pó e não possui qualquer tipo de radioatividade. No filme, a criptonita é verde e sólida.

Fórmula química da criptonita

Até agora desconhecido, o novo mineral foi estudado pelo Dr. Chris Stanley, do Museu de História Natural da Inglaterra. "No final da minha pesquisa, fiz uma busca na web utilizando a fórmula química do mineral - hidróxido silicato de sódio e lítio - e fiquei maravilhado ao descobrir o mesmo nome científico escrito em uma caixa de pedras de criptonita roubadas por Lex Lutor de um museu no filme O Retorno do Super-Homem."

A criptonita terrestre não oferece nenhum risco, nem para super-heróis e nem para os seres humanos comuns, e ainda poderá ser utilizada como uma fonte de lítio - um metal importantíssimo economicamente, utilizado na fabricação de pilhas, baterias, fuselagens de aviões e medicamentos.

Jadarita, a criptonita terrestre

Mas o novo mineral não será chamado de criptonita. Os cientistas já decidiram que seu nome oficial será jadarita. Eles provavelmente têm suas razões, bem fundamentadas e justificadas.

Mas poderiam ter sido um pouco menos conservadores, principalmente porque acaba de nascer uma variação da bem conhecida expressão de que a vida imita a arte - a natureza agora também parece imitar a arte.

E vai forçar todo mundo a dar um sobrenome ao novo mineral. Afinal, daqui a pouco, quem irá se lembrar do nome jadarita? Mas todos se lembrarão se falarmos da jadarita, a criptonita terrestre.

Redação do Site Inovação Tecnológica - 27/04/2007


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Nota do autor:
Essa eu nao conhecia....será que ja encontraram o adamantium tambem?????

sábado, 10 de outubro de 2009

O Dia em que a Terra Quase Morreu (The Day The Earth Nearly Died...‏)

Este documentario mostra a extinção do Permiano-Triássico ou extinção Permo-Triássica foi uma extinção em massa que ocorreu no final do Paleozóico há cerca de 251 milhões de anos.

Comentem!!!!

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Enviado por Edieny Borges - Acadêmica de Ciencias Biológicas da Esbam.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Projeto libera mineração em reserva indígena

O governo concluiu o projeto de lei para garantir a realização de negócios em terras indígenas, que vão movimentar dois importantes setores da economia.]
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O governo concluiu o projeto de lei para garantir a realização de negócios em terras indígenas, que vão movimentar dois importantes setores da economia: mineração e energia elétrica. Pelo projeto, as empresas poderão realizar empreendimentos nas reservas, que equivalem a 13% do território nacional, mas terão de dar uma série de contrapartidas aos índios, como royalties, compensações ambientais e contratação de mão de obra.


Os índios terão participação direta nos investimentos. No caso da mineração, as aldeias poderão até vetar os empreendimentos, caso entendam que serão afetadas negativamente em sua cultura ou no ambiente. As mineradoras terão de dar prioridade aos índios na contratação de pessoal e eles terão a garantia de receber salários nos mesmos níveis dos demais trabalhadores. Além disso, os lucros com a exploração de minério terão de ser repartidos com as aldeias afetadas pela atividade econômica.


No caso do aproveitamento dos rios para energia elétrica, os índios também terão essas garantias de royalties e de preferência na contratação de mão de obra, mas não vão poder vetar os projetos. Para a construção de hidrelétricas, por exemplo, os índios vão participar de todos os debates que antecedem às obras. O projeto prevê que o nível dos rios deve ser mantido de forma a garantir o consumo, os costumes e as tradições indígenas. Os índios terão o direito a, no mínimo, 10% dos ganhos de cada empresa que explorar os recursos hídricos em reservas, além de reparações por eventuais danos ambientais. Porém, os índios não poderão impedir a concretização final dos empreendimentos hidrelétricos.


O texto enviado ao Congresso, com 235 artigos, prevê ainda que todos os projetos de investimentos em reservas terão de ser discutidos antes com as comunidades indígenas e as empresas somente poderão atuar através de licitação pública, a ser aberta posteriormente. Com isso, primeiro, as aldeias vão participar da definição das linhas gerais para cada empreendimento, para, depois, ser confeccionado o edital para as empresas entrarem na disputa.


Essas exigências foram consideradas fundamentais pelo Ministério da Justiça, pois elas garantem que todo o projeto de investimento em área indígena será antecedido de licitação. Isso reduz a possibilidade de uma empresa fazer pressão direta para obter o aval de uma comunidade indígena específica. Mesmo se o fizer, essa empresa sabe que a outorga da exploração está submetida à licitação e nada garante que ela será a vencedora ao final da concorrência. Todos os empreendimentos em áreas indígenas deverão ser antecedidos de regularização fundiária e ambiental.

A concepção do projeto de lei é a de que os índios são diferentes e têm a sua cultura específica, que deve ser preservada, mas que isso não significa que eles não possam se organizar nos moldes empresariais e produzir. "O fato de se produzir nas reservas não significa o fim da cultura dos índios", disse secretário de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça, Pedro Abramovay. "Pelo contrário. A cultura será preservada e eles poderão se beneficiar de atividades econômicas."

Para Abramovay, o fato de ser índio e ter a sua cultura, suas tradições e danças específicas não significa que não possa ter luz elétrica, televisão ou mesmo caminhões para transportar os produtos da aldeia à cidade mais próxima. O secretário revelou que, em audiências sobre o projeto com a presença da Funai, as comunidades indígenas defenderam a mineração e outras atividades econômicas que vão além da pesca, do extrativismo e da agricultura.

Para auxiliar as comunidades indígenas na produção, o governo vai abrir uma linha de crédito específica para empreendimentos em terras indígenas, com o aporte de dinheiro através de bancos públicos, como a Caixa Econômica Federal ou o Banco do Brasil. O projeto ainda prevê a criação de um fundo de captação de recursos nacionais e internacionais para o que se chamou de "promoção de economia sustentável indígena".

A ideia é que os índios possam se organizar e, através desse fundo, conseguir maiores verbas para as atividades desenvolvidas nas reservas. Na prática, é a oficialização de organizações indígenas com fins econômicos. Pelo texto, elas passam a ser reconhecidas como pessoa jurídica de direito privado. Tornam-se capazes, portanto, para receber aportes financeiros. É como se cada aldeia ou comunidade indígena pudesse criar uma S.A (sociedade anônima) diferenciada: com uma cultura própria, costumes tradicionais pré-colombianos, e também com verbas para a realização de atividades econômicas complexas, como a mineração.

No plano legal, o objetivo do projeto é substituir o atual Estatuto do Índio, que é de 1973. Segundo Abramovay, a lógica, naquela época, era que o Estado deveria tutelar os índios para eles se integrarem ao país. "Hoje, temos que romper com essa lógica de tutela e reconhecer que, ao mesmo tempo em que são diferentes, os índios podem produzir e lucrar com essas atividades", disse o secretário.

O estatuto de 1973 foi a base legal para a demarcação das terras indígenas. Hoje, 95% delas já foram devidamente demarcadas e o governo federal partiu para um novo momento: definir o que fazer com elas. A resposta da nova lei foi a de garantir a realização de atividades econômicas nessas áreas. O projeto de lei está na Câmara dos Deputados, com aval do presidente Michel Temer (PMDB-SP) para que seja aprovado.

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Disponivel em http://rondoniadinamica.com/ler.php?id=9682&edi=1&sub=3

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Nota do Professor:
Partindo do principio que na Região Amazônica as reservas de minérios estao coincidentemente em áreas indigenas, so acredito vendo....só nos resta esperar o resultado.

domingo, 4 de outubro de 2009

Ecologizar o desejo



Por Maurício Andrés Ribeiro*


Por meio de um aprendizado individual ou coletivo, podemos selecionar desejos e hábitos que sejam ecologicamente amigáveis e descartar os antiecológicos.

O fundo sem nome é o que não tem desejo. É pelo sem desejo e a quietude que o universo regula a ele mesmo. (Lao Tsé)

A profundidade e gravidade da atual crise ecológica e climática exigem que se eleve o nível da consciência ecológica individual ou coletiva.

O desejo tem a função de nos impulsionar, embora não possa ser plenamente satisfeito. A ilusão de acreditar nessa fantasia gera o consumo irresponsável e a devastação ambiental.

Desejos são construídos social, cultural e coletivamente. A sociedade e a cultura, com seus valores, os regulam. Eles são variáveis sobre as quais se pode trabalhar. Podem ser lapidados e refinados por meio da consciência.

É possível trabalhar na origem e na seleção cultural dos desejos, separando o joio do trigo; selecionando aqueles que têm em si o embrião de conseqüências maléficas, daqueles que tem efeitos benéficos.

Desejos são sementes das quais brotam ações. Os de consumo trazem impactos diretos sobre a ecologia ambiental, ao pressionarem a exploração da natureza. A tentativa de satisfação acrítica de desejos e demandas de consumo devasta a Terra e exaure bens e recursos naturais.

A ação sobre eles, portanto, pode reduzir ou expandir seus impactos.

Como ecologizar o desejo?

materia completa em http://envolverde.ig.com.br/materia.php?cod=63971&edt=1