sábado, 30 de maio de 2009

Dia do Geólogo


Ola colegas estamos comemorando mais um dia do Geólogo, busquemos nessa data, muito mais do que confraternizar, à base de churrasco e cerveja, realizar uma reflexão sobre os rumos da nossa ciência.


É hora de revermos conceitos, de buscarmos novos horizontes, de divulgar mais nossas realizações.

Reproduzo entrevista do presidente da Federação Brasileira de Geólogos, Nivaldo Bósio para o CONFEA

http://www.confea.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=8033&sid=10&pai=8



"Geologia na base de muitas atividades"
Brasília, 25 de maio de 2009


A geologia, uma das sete profissões normatizadas e fiscalizadas pelo Sistema Confea/Crea, apresenta-se, cada vez mais, como um dos motores da economia brasileira. Entretanto, o número de geólogos existentes no Brasil não é suficiente para cobrir a demanda das atividades econômicas.


O presidente da Federação Brasileira de Geólogos, Nivaldo Bósio, analisa a situação.


E-Confea – A balança comercial brasileira é impulsionada fortemente pelo minério de ferro. Esse é um bom exemplo para mostrar a importância da geologia para o país?


Nivaldo Bósio – Apesar de poucas pessoas perceberem, quase tudo que nos rodeia depende da geologia. Em uma casa, por exemplo, o cimento necessita do calcário; as telhas, da argila; temos também a areia. Se pensarmos nos plásticos, eles vêm, em grande maioria, do petróleo. O vidro, da sílica. Na agricultura, quando se utiliza a técnica da calagem, usamos a cal. Na escavação do metrô, é preciso conhecer as rochas. Então, a geologia está na base de uma série de atividades extremamente necessárias a todos os cidadãos. Pena que até mesmo o governo não percebe isso.


E-Confea – Os cursos de geologia são relativamente recentes. Como o senhor avalia a formação e a atuação dos geólogos?


Nivaldo – Realmente, são cursos recentes. O primeiro foi criado em 1957. Atualmente, são 24 instituições de ensino que estão aptas a formarem geólogos. Mas percebemos um déficit de profissionais. No Brasil, temos apenas 10 mil geólogos. Falta divulgação dos cursos. O resultado disso é um mapeamento geológico insuficiente em todo o território nacional.


E-Confea – O governo poderia estimular um resgate da atividade?


Nivaldo – Sim. Mas o governo deveria dar mais atenção. O Ministério de Minas e Energia, atualmente, é muito mais de energia do que de minas. Tanto o Ministério quanto o Departamento Nacional de Pesquisa Mineral (DNPM) passaram muito tempo com poucos profissionais. Recentemente houve um concurso e há, agora, um esforço para o lançamento de um novo edital.


E-Confea – Como está a interface entre a geologia e as engenharias no Brasil?


Nivaldo – Ela caminha, mas ainda é lenta. Se fosse maior, muitos gastos, como a recuperação constante de estradas, por exemplo, seriam evitados. Sem falar nas tragédias. Entretanto, temos bons exemplos de interface, como no caso da descoberta do petróleo na camada pré-sal. Nesse campo, a geologia e a engenharia atuaram com perfeição, mostrando a capacidade dos nossos profissionais.


E-Confea – Qual a sua avaliação sobre o desenvolvimento das tecnologias de geologia no Brasil?


Nivaldo – O geólogo brasileiro precisa ser criativo. Digo isso porque o Brasil, por ser um país tropical, recebe muitas chuvas, além de ter um solo bastante espesso. O intemperismo aqui é intenso, o que torna mais complexa a análise geológica. Portanto, a metodologia aqui deve ser diferente da utilizada no Hemisfério Norte. O exemplo do pré-sal serve, mais uma vez, para mostrar como produzimos conhecimento no país.


E-Confea – Qual foi o impacto da crise econômica na profissão?


Nivaldo – Até 2008, o mercado de trabalho foi bom para a geologia. A crise na economia arrefeceu a atividade mineradora, mas agora, grandes empresas começam a retomar seus investimentos e a tendência é de crescimento da produção, ainda em 2009.


Thiago Tibúrcio Assessoria de Comunicação do Confea

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Dia Do Geógrafo

Ola colegas, hoje 29 de maio é comemorado o Dia do Geógrafo.

Essa profissão bela e interessante, porem pouco percebida pela sociedade...
Entendo que parte dessa falta de conhecimento, pelo menos no nosso Estado é fruto da desmobilização da profissão, algo muito parecido com o que acontece com nós Geólogos.

Então colegas, vamos em busca do espaço que nos cabe na sociedade.

em homenagem a essa data, reproduzo texto obtido em:

http://nuvemnomeucafe.blogspot.com/2007/05/o-dia-do-gegrafo.html

O que é ser politizado
Emir Sader (Revista Caros Amigos de abril de 2007)


"Ser politizado é entender como funcionam as relações de poder em cada sociedade e no mundo em geral. É compreender que, por trás das relações de troca no mercado existem relações de exploração. Que, por trás das relações de voto, existem relações de dominação. Que, por trás das relações de informação, há um processo de alienação.

Ser politizado, no mundo de hoje, significa compreendê-Io no marco das relações capitalistas de acumulação e de exploração. Representa entender o mundo no marco da hegemonia imperial estadunidense, baseada na força militar e na propaganda do modo de vida estadunidense.

[olha a geografia aqui neste parágrafo]
Ser politizado é compreender que tudo o que existe foi produzido historicamente, pelas relações entre os homens e o meio em que vivem. Ou melhor, entre os homens, intermediados pelo meio em que vivem. E que, portanto, tudo o que foi construído pelos homens pode ser desconstruído e reconstruído. Que tudo é histórico. Que a própria separação entre sujeito e objeto - que nos aparece como "dada" - é produzida e reproduzida cotidianamente mediante relações econômico-sociais alienadas.
[isto é a base da geografia!]

Ser politizado é saber subordinar as contradições menores às estratégicas, saber que as contradições com o capitalismo são sempre também contra o imperialismo, pela fase histórica atual do capitalismo.

E o que é ser despolitizado
Já ser despolitizado é achar que as coisas são como são porque são como são, sempre foram assim e sempre serão. É considerar que as pessoas sempre buscam tirar vantagens que não têm grandeza para lutar desinteressamente por um mundo melhor. Que o que diferencia as pessoas é a ambição de melhorar na vida, que a grande maioria não tem jeito mesmo.

Entre o ser politizado e o despolitizado está a alienação, a falta de consciência da relação entre nós e o mundo. Alienar é entregar o que é nosso para outro - como diz a definição jurídica em relação a bens. Ser alienado é não perceber a presença do sujeito no objeto e vice-versa, sua vinculação indissolúvel.

A luta pela emancipação humana é uma luta contra toda forma de exploração, de dominação, de discriminação, mas, antes de tudo e sobretudo, uma luta contra a alienação - condição de todas as outras lutas".

terça-feira, 19 de maio de 2009

A Câmara Municipal do Espeto Corrido


Extraido do blog http://oavesso.com.br/


Certa vez, almoçando na churrascaria Gaúchos, vi na mesa à frente o vereador Massami Miki. Massami estava acompanhado de outros dois senhores, num almoço de dia de semana. Massami é o japonês mais abrasileirado que já vi, no pior sentido de brasilidade. Fala alto, ri pra todos ouvirem, é espaçoso, dorme do trabalho. Podia ser preconceito meu, mas enquanto o via derramando azeite sobre sua salada, eu pensei: “Eu estou pagando esse almoço”.
Não era preconceito.


texto completo em :




Leia, vale a pena.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Truculência invade sala de aula da Ufam

Senhores, onde vamos parar? Essa cidade, esse estado e esse país pertencem a quem mesmo?

Segue o link para a reportagem sobre a agressão fisica sofrida pelo Prof. Gilson Monteiro em uma sala da Universidade Federal Do Amazonas.

Repudio incondicionalmente....


http://oavesso.com.br/blog/2009/05/11/truculencia-invade-sala-de-aula-da-ufam

terça-feira, 5 de maio de 2009

Imagens da minha cidade

Imagens da cidade de Manaus, com o objetivo de fugir do lugar comum......



Praia da Ponta Negra, orla fluvial de Manaus
Floresta de Igapó, Floresta Alagada
Cachoeira do Leão, AM-010 (km 37)
Bromelias
Um dos meios de transportes mais comuns de nossa região.


Da serie: Lugares Amazonicos

segunda-feira, 4 de maio de 2009

O Rio é Rubro Negro


Miguel filho da Gabi Nemer


Philipe, filho do Marcio Silva


E esse é o Kauã, nos braços do paizao e ao lado o tio berg



Bom, na verdade nao apenas o Rio de Janeiro, mas todo o Brasil está pintado de vermelho e preto, afinal somos a maior torcida do País.

Não vou me alongar nesse texto, afinal nao é nosso objetivo tripudiar o choro alheio.


Abraços

WORKSHOP DE DESENVOLVIMENTO PESSOAL EM MANAUS - Prof. Elias Santos Junior

Em tempos de crise como a que estamos vivenciando nos últimos anos fica extremamente evidente que é necessário se reinventar, adquirir...